Tchau

 

vá

 

A gente nem pede, mas, ainda assim, a vida ensina que fazer parte da história de alguém é ato voluntário, reação de quem te quer bem, coisa que não se pede muito menos se implora.

Ela nos força, entre um caso interrompido e outro, a aprender que relações vivem desse chegar e partir, entrar e sair, vai e vem sem fim. Isso de ficar somente quem quer, não se engane, será sempre assim.

Quem quer ir, vai se soltar, pra ti nunca mais vai voltar e nada vais poder fazer. E no final de tudo, tu vais, enfim, reparar que só ficarão mesmo aqueles que vivem de fazer do amor, sentimento duradouro, razão pra vida inteira.

Pois que sobre aqui só quem quiser toda essa paixão que eu tenho pra dar. Quanto ao resto? Que escape pelos ralos e se vá. E que não demore a limpar os rastros, esconder os vestígios e deixar em paz a minha alma que foi feita para se entregar, projetada para se sentir inteira só mesmo quando no outro se encostar. Eu já não me importo mais!

 

(Esse texto nasceu da cabecinha do Matheus Caravina e eu só tive o prazer de concluí-lo. O post original é esse aqui)

 

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