O amor é um ciclo

O Amor é Um Ciclo
Foto: Fabíola Lourenço

Troquei as toalhas, os lençóis manchados, até roupa nova, veja bem, eu botei. Os velhos móveis de outros impregnados, absolutamente, todos espanei. Nas cortinas, novos ventos batem. E nas paredes, envelhecidos segredos dormem.

Alma despreocupada. Janelas arejadas. Portas escancaradas. Algumas cicatrizes reboquei, outras, pintei. E aquelas que em mim os amores carentes causaram, ai, já nem sei… vai que elas ainda estejam por aí, vagando pelos cantos da casa e só a mobília escondeu. Mas isso não te cabe! Aliás, nem a mim nem a ti. Dizem que aos dias, que aos anos, que ao tempo. Sendo assim, esperarei!

Tu, por enquanto, deves te importar só com o que visível eu deixo. Que notes minha sede, acaricies meus sorrisos, que cantes comigo novos versos e abraces meus desejos. Porque meu coração levemente já respira, acredite, à espera de tuas notícias que em breve chegarão, eu sei.

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